O diário é a linha do tempo da obra: fotos e um relato curto do que aconteceu em cada dia.
É a parte que mais dá trabalho lembrar de usar e a que mais paga depois.
Como funciona
Abra o diário da obra, tire a foto, escreva uma linha, publique. Leva menos tempo do que mandar a mesma foto no WhatsApp.
Se a obra tem etapas, dá para vincular o registro à etapa correspondente.
Ocorrências
Um registro pode ser marcado como ocorrência — algo que atrapalhou o andamento. Ao marcar essa opção, um segundo campo aparece para você classificar o problema:
- Chuva
- Falta de energia ou água
- Imprevisto técnico
- Alteração pedida pelo cliente
- Atraso de fornecedor
Ocorrências ganham destaque visual (em âmbar) na linha do tempo.
Isso existe por um motivo específico: quando o prazo escorrega, a conversa costuma ser "por que ainda não terminou?". Cinco ocorrências de chuva registradas no dia em que choveu, com foto, respondem isso sem discussão. Registrada depois, a mesma informação vira versão sua contra a do cliente.
Registros não podem ser editados nem apagados
De propósito. Um diário que pode ser reescrito depois não serve de prova de nada — e é justamente como prova que ele vale.
Errou? Publique um novo registro corrigindo. O histórico mostra as duas coisas, que é como deve ser.
Sem internet
Obra é lugar de sinal ruim. Você pode tirar as fotos e escrever normalmente sem conexão — fica salvo no aparelho e sobe sozinho quando o sinal voltar.
O que o cliente vê
O cliente acompanha por um link, sem cadastro, e pode comentar em cada registro. Você é avisado por e-mail quando ele comenta.
Isso muda a relação: em vez de ligar perguntando como está, ele abre o link. E cada comentário fica registrado junto do dia a que se refere.
Você controla o que é visível: registros marcados como internos ficam só para você.