São duas situações diferentes, e escolher errado bagunça o valor da obra.
Nova versão: corrigir a mesma proposta
Use quando a proposta ainda não foi aceita e você precisa mudar algo — errou uma medida, o cliente pediu desconto, mudou o material.
A nova versão nasce como rascunho com tudo copiado, para você ajustar. Quando enviar, o link da versão anterior deixa de valer — quem abrir vê a versão nova. Isso evita o pior cenário: cliente aceitando um valor antigo que você já corrigiu.
A versão antiga fica no histórico, marcada como substituída.
Aditivo: cobrar por algo a mais
Use quando a obra já está contratada e o cliente pediu algo além do combinado. O clássico "já que você está aí, faz isso também".
O aditivo é uma proposta separada, com fluxo próprio de envio e aceite. Aceito, ele soma ao valor contratado — o total da obra passa a ser o orçamento principal mais os aditivos.
Só existe sobre obra com proposta principal aceita. Faz sentido: não dá para acrescentar a um contrato que ainda não existe.
Qual usar
| Situação | Use |
|---|---|
| Proposta ainda não aceita, precisa corrigir | Nova versão |
| Proposta aceita, cliente pediu algo a mais | Aditivo |
| Proposta aceita, você errou o valor | Converse com o cliente — nenhum dos dois resolve sozinho |
O último caso não tem atalho técnico de propósito: mexer no valor de algo que o cliente já aceitou é assunto de conversa, não de sistema.
Por que registrar o aditivo em vez de "acertar no final"
Porque o combinado no meio da obra é exatamente o que some da memória. O aditivo aceito tem data, valor e o registro do aceite — e o cliente recebeu, leu e confirmou. É a diferença entre cobrar e discutir.